sexta-feira, 27 de julho de 2007

avião de c&$@!ú,é rola!

Gosto de aviões e gosto de aeroportos.
Mas durante esse caos aéreo totalmente aleatório que começou ano passado,sugiro que, se pretendes viajar, vá de ônibus. Vou ilustrar isso com a minha pequena desventura do FDS passado.
Em um vôo pra São Paulo,que devia ter saído às 5:30 da manhã,saiu somente às 9,porque o aeroporto de Guarulhos estava fechado devido ao mau tempo. Beleza,não é culpa deles, mas se o aeroporto devido ao mal tempo, sempre fechar (ainda mais na ensolarada São Paulo),não vai mais dar pra viajar!Além do mais, ficamos de castigo 20 minutos dentro do avião antes que ele decolar.
No domingo, a volta pro Rio devia ser no aeroporto de Congonhas e o avião devia sair as 17 horas. Porém, ao chegarmos no famigerado aeroporto, descobrimos que viajaríamos por outra companhia e sairíamos de outro aeroporto!Sensacional,não? Eles nos levaram de ônibus até Guarulhos. Lá, estava absolutamente lotado!Até achar onde íamos despachar as malas foi um sufoco. Quando entramos no terminal,não tinha onde sentar,e tal como mendigos,sentamos no chão por uma hora. Muito bem. Ao embarcar,um pequeno desentendido no lugar onde sentar: tinham vendido várias vezes os mesmos acentos! Vê se pode? Ai,a aeromoça anunciou que poderíamos sentar onde quiséssemos!Virou ônibus agora?Só faltava gente em pé!E,só pra completar, tinha um bebê chorão bem pertnho de mim....PQP!Ah!E não tinha mais espaço nos bagageiros e lá vim eu eu, com 3 sacos embaixo da cadeira,sem muito espaço pra me mexer. O atraso nem foi tanto,saímos de lá umas 19 horas,mas porra,parecia aula de certos professores,durou 24 horas!

Pérolas( ou pélolas,como diria o pessoal da Liberdade):
Eu preferia ter um filho veado,do que um filho companhia aérea! - by Pedro
Ah,tô votando!(a la Joseph Climber)- by Pedro
A nível de interruptor,alguém desliga essa mala!(malas prateadas na minha frente)- by Veronica Mars
Se esse vô fosse um filme,se chamaria `Ninguém segura esse bebê`- by Veronica Mars

domingo, 15 de julho de 2007

Little brothers and sisters

É impressionante o talento que os irmãos mais novos têm para fazer merda. Tanto Peter Parker quanto Devilish,assim como eu, são irmão mais velhos,e compartilham das minhas experiências e desventuras.
Então,vamos iniciar uma lista, que demonstra exatamente o que eu estou falando:

- Quebram ou estragam tudo: copos,pratos,teclado de computador, conexão de rede,controle remoto,celular,CDs...etc
- Resolvem que precisam da sua ajuda no momento mais inoportuno.
Domingo as 10 da noite:
- Me ajuda a fazer esse trabalho?
E você ajuda,trouxa.
- Não fazem nada : a sua mãe sempre pede tudo pra você, irmão mais velho e mais sábio, pois o imprestável e genioso irmão mais novo nunca mexe uma palha pra fazer nada
- Compra uma Coca!
-Pede pro meu irmão/irmã!
-Mas ele tá....(desculpa esfarrapada,não tá fazendo nada)
E lá vai você,trouxa.
- Tem uma doença ou alergia só pra te aborrecer
Não dá pra comprar um cachorro, o mais novo é alérgico
Não dá pra viajar pra serra, o irmão mais novo tem bronquite.
-Têm hábitos nojentos e repulsivos: barulhos,cheiros e consistências....eles vão se aproveitar de todos os seus sentidos para chamar a sua atenção das formas mais disgusting possíveis

Bem, isso foi o que eu consegui lembrar,mas essa lista pode crescer,contribuam!
Mas,quem me conhece, sabe que eu não troca a minha malinha por nada...ruim com eles,pior sem eles!

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Some things never change...

Eu sempre achei que reconhecer o próprio erro ou defeito sempre foi o primeiro passo pra facilitar a mudança.

E ontem, o nosso “querido” (é, eu gosto de ironias) professor Jack Bauer assumiu perante toda a turma que é muito chato... (Porra, e eu achei que ele nunca fosse perceber!).

Senti uma pontinha de esperança naquele momento... Pensei comigo mesma: ‘Bom, agora que ele já reconheceu, só falta resolver mudar e se tornar uma pessoa mais agradável...’

Em questão de segundos, ele conseguiu destruir minhas esperanças ao dizer algo parecido com: ‘É, mas eu já sou velho, e tá muito tarde pra mudar...’

Pois é... Infelizmente certas coisas nunca mudam...
P.S.: A fama do cara é tão grande que duas outras colegas de profissão já se manifestaram sobre ele... Uma desconfia de sua masculinidade... A outra não conseguiu evitar uma certa cara de nojo ao ouvir o nome do mesmo... É, o danado tá arrasando! =P
P.S. 2: Dizem as más línguas que o danadão já tocou na banda de Ipanema, vestindo um curtíssimo short jeans... Que delícia, né?

PAN no Cu!

Após brincar com a boneca Luciana em sala de aula, meu querido professor de Literatura Portuguesa resolveu virar comediante. Explico: amanhã, dia 13/07, começam os jogos pan-americanos no Rio. Assim, pensando no bem dos alunos, os professores encurtaram o período, programado para terminar em meados de agosto. Mentira. Não estavam a fim de trabalhar mesmo. Para agosto, ficaram apenas as provas finais para aquela galera que se fodeu e vai ter de passar essas duas semanas de recesso com a cara nas apostilas. Mas...

...esse professor fêla da puta resolveu dar aula em agosto. Mandará material via e-mail e segurará os resultados finais até dia 01/08 apenas para que os alunos sejam obrigados a se deslocar até a universidade. Segundo ele, a medida foi adotada porque se ele entregar as notas no dia 30, ninguém aparecerá no dia 1º. Grandsbosta! Agora, ninguém aparecerá no dia 30 e receberá as notas no dia 1º.

Por favor, alguém aí me diga o que ele ganha com essa palhaçada? Exatamente para que ele será o ÚNICO professor a dar DUAS aulas em agosto? Na minha opinião, deveríamos castigá-lo. Deixar suas bonecas um ano inteiro sem pegar sol ou, então, trancá-lo em uma sala cheia de mulheres gostosas e cheias de fogo, doidas para dar o rabo a alguém. PAN no cu dele!

E também as provas, as notas e whatever the fuck he likes to play with...

quarta-feira, 11 de julho de 2007

*Embromation society*

Esse período na faculdade, apesar de estressante, foi uma coisa extremamente sensacional. Mais do que nunca, pude desenvolver minha habilidade de enrolar nas provas e me dar bem.

Quem me conhece, sabe que faço isso com facilidade e prazer, e que SEMPRE faço isso, mas desta vez, diferentemente dos períodos anteriores eu REALMENTE não sabia muitas matérias.

Eu assumo que muitas vezes eu digo que não sei porra nenhuma e apareço com um belo de um dez depois. Tem gente que fala que não sabe porque não quer compartilhar conhecimento, ou porque quer fazer charme mesmo. Não é o meu caso. Quando eu falo que não sei, é porque de verdade, antes das provas, me dá uma sensação de branco total. Mas o que eu posso fazer se na hora eu falo um monte de merda e o povo gosta?

Enfim... esse período foi diferente. Por quê? Lá vai...
  • Se eu somar quantas vezes matei aula na minha vida, contando até o 3º período da facul, dá menos do que a quantidade de aulas que matei nesse semestre.
  • De 100 textos xerocados, eu devo ter lido uns 10. E sem ler até o final, que fique bem claro!
  • Caderno? Fichário? O que é isso? Eu ia estudar pras provas e não tinha uma folhinha sequer com a minha letra... A minha matéria era sempre a xerox de alguém...

E mesmo com tudo isso, eu passei! Modéstia à parte, passei beeeem!

Como eu fiz isso? Nem eu mesma sei explicar... Quer dizer, eu sei. Na última hora, eu coleto alguma informação relevante sobre o conteúdo, e a partir dali, saem parágrafos e mais parágrafos que são eternas paráfrases de si mesmos.

A enrolação tem me levado longe... E o melhor é que por mais que a gente diga que não sabe nada, depois de enrolar tanto, alguma coisa acaba ficando na mente...
Então vamos lá, rumo ao 5º período... (mas que demore bastante, viu?).

[Do I deserve a clap??]
=P

sábado, 7 de julho de 2007

Ônibusfobia

Tem gente que não nasceu pra andar de ônibus. E com isso eu não quero dizer que tais pessoas são muito sofisticadas para estarem nesse tipo de veículo. Na verdade, quero dizer exatamente o oposto.

Pra começar, as pessoas não sabem Física. Se soubessem, iam se lembrar da lei que diz que ‘dois corpos não ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo’. Porra, se dois corpos não ocupam, trinta muito menos! Então, se a pessoa tá vendo que o ônibus já tá lotado, não entra, pô!

Pessoas com TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) também não deviam pegar ônibus. Porque elas mal entram e já ficam tensas pensando em como vão sair dali. Por causa disso, elas ficam todas perto da porta, mesmo que ainda falte 1h de viagem. E você, que de fato vai saltar, fica sem saber se aquela cambada vai descer ou não, e tem que ficar pedindo licença pra meio mundo 35784975 vezes.

Pessoas com labirintite (ou seria labirinto?) também são um problema às vezes. Porque elas se desequilibram com facilidade e se seguram na primeira coisa que vêem, ainda que essa primeira coisa seja o seu peito, ou o seu cabelo.

Bolsas. As bolsas não são um problema se a pessoa que está com elas tiver alguma noção de espaço. Mas se não tiver... aí ferrou! Pode ter certeza que vai rolar uma bolsada na cara, mochilada nas costas e por aí vai... Porque as pessoas querem passar com a bolsa levantada ou com a mochila nas costas achando que não vão machucar. Ou vai ver elas sabem que vai machucar mas tão pouco se fodendo se estão quase arrancando seu braço ou não.

As famosas Kolenes também me incomodam. Sem querer ser preconceituosa ou nada parecido, mas aturar o cheiro horrível daquele creme já é desagradável em qualquer lugar. Imagine então dentro do ônibus lotadão!

Outro tipo que não dá: aqueles que usam radinho de pilha. Se eu tenho alguma coisa contra música? NÃO, JAMAIS! Qualquer pessoa que conhece 1% de mim sabe que amo música... O problema é que não dá pra aturar esse povo que esquece da grande invenção chamada fone de ouvido. Porra! Me diz se eu sou obrigada a ouvir Bruno e Marrone, música gospel ou jogo de futebol! Não, né?

Também não tenho nada contra velhos, apesar de assumir que de vez em quando eles me irritam. Mas parece que os velhos têm uma tendência a puxar papo dentro de ônibus. Aí é foda, não dá pra agüentar. Eles falam das contas, do governo, de doenças... Perguntam se doeu pra fazer seu piercing ou tatuagem e por aí vai... Portanto, velho tagarela também não devia andar de busão!

Pra terminar, acho que não preciso explicar porque pessoas fedorentas e caras tarados também estão vetados, né? Meio óbvio...

Rapidinha #1

"Uma prostituta foi agredida por três jovens na madrugada deste sábado (7) na Avenida Atlântica, em Copacabana, Zona Sul do Rio.

De acordo com o 19º BPM (Copacabana), a prostituta foi abordada pelos três jovens por volta das 4h na esquina entre a Avenida Atlântica com a Rua Fernando Mendes. Ela teria se recusado a sair com os rapazes. Um dos jovens a agrediu com um soco no rosto, e fugiu em seguida junto com seus outros dois colegas."




Não tem jeito. É só o elenco de Malhação se manifestar que a coisa vira moda. Por favor, tirem essa merda do ar!

A Boneca

Lá estava eu, em mais uma tediosa aula de Literatura Portuguesa, olhando para o nada, imaginando quanto tempo dura o orgasmo de um mosquito. Nada fora do ordinário. O professor estava um porre como sempre, lendo poesias que pareciam ter umas 753 páginas cada. Para você ter uma idéia do tamanho da chatice desse cara, o mito Jack Bauer, que já enfrentou os mais terríveis terroristas, foi reprovado por ele, pois o tempo de duração da aula passa das 24 horas. Imagine, se nem o intrépido agente/ex-agente da CIA agüentou, como um pobre menino desnutrido como eu poderia agüentar? Só mesmo pensando em algo ainda mais inútil do que Jerónimo Bahia ou em um pouco de sacanagem a fim de apimentar um pouco as coisas. Como a segunda opção poderia acarretar uma situação um tanto embaraçosa, acabei na relação sexual do pequeno inseto.

O tempo não passava nem fodendo e o sono começava a ameaçar meus pensamentos viajantes. Até que, subitamente, algo chegou a meus ouvidos por acaso e acabei deixando meus devaneios se dissiparem. "A Luciana vai ter problema na coluna, senta ela direito", disse o professor entre um verso e outro. Opa, isso não tinha cara de poesia do século XVII! E não era. Ele estava se dirigindo à criança.

Muito bem, pausa. A criança era a filha de uma colega de classe, uma gracinha de menina, que deve ter feito uma merda muito grande em casa para a mãe arrastá-la até essa aula.

Continuando. Na hora, achei até legal da parte do Chato se preocupar com o bem-estar da menininha. Porém, essa impressão logo de desfez. "Vamos colocar a Luciana no sol? Ela tá muito amarela, vamos colocá-la no sol", foram as palavras. Porra, que escroto! E a mãe da garota estava sorrindo! Será que a garota realmente estava amarela? Problema no fígado? What the...?

Então, notei que um detalhe havia escapado de meus olhos de lince com quase três graus de miopia. A menina segurava uma boneca junto ao peito. Sua filha, Luciana. Luciana, a boneca. Luciana, amarela. O professor largou Camões ou whatever, atravessou a sala e postou uma carteira em frente à janela. Depois, ajeitou Luciana confortavelmente no sol da manhã.

Por que eu tive a ligeira impressão de que ele estava doido para brincar de casinha? Afinal, já vi professores pararem a aula a fim de dar esporro em alguém, fazer comentários cretinos a respeito do governo, narrar histórias imbecis sobre sua juventude ou contar piadas sem graça. Agora, interromper a leitura para colocar uma boneca no sol? Esquisito, hein? Hum... esquisito, não. Eu diria que é coisa de veado mesmo.

No fim, Luciana foi a única que ganhou alguma coisa nessa história toda: um belo bronzeado.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Ela, a Síndrome e Eu

Minha professora tem Síndrome do Pânico ou Ansiedade Paroxística Episódica. Longe de mim querer brincar com algo sério assim. Até mesmo para alguém com espírito de porco como eu, piadas de mau gosto também possuem um certo limite. Para quem não sabe, esse tipo de transtorno é um problema sério de saúde, que desencadeia crises sem aviso prévio. Entre os sintomas, há contração muscular, palpitações, tontura, dificuldade de respirar e distorções de percepção da realidade. Obviamente, não desejo isso a ninguém e, em uma situação normal, compreenderia facilmente as dificuldades que minha professora deve ter para encarar essa doença. Agora, o que fazer quando o problema de outra pessoa passa a ser o seu problema? Bem, se essa pessoa ocupa uma posição superior à sua em qualquer meio, seja ele acadêmico ou profissional, meu conselho é: senta e chora, neném!

Se você estuda em uma universidade pública, sabe tão bem quanto eu que o aluno muitas vezes é tratado como um fétido pedaço de merda. Desde que ingressei na faculdade há dois anos, já tive aula com professores estúpidos, professores retardados, professores burros, professores preguiçosos, professores caras-de-pau e por aí vai. Já lidei com funcionários mal-educados, já me deparei com mictórios transbordando e, conseqüentemente, já passei mal com o insuportável cheiro de mijo no banheiro. Já enfrentei greve de ascensoristas e subi 22 andares a pé. Já tive piriri após comer um salgado na cantina. Pensei que já havia visto de tudo naquela porcaria. Então, neste período que, felizmente, está prestes a terminar, veio a Síndrome do Pânico. Resultado: a mulher só deu as caras na universidade umas cinco ou quatro vezes em mais de três meses de aula.

Porém, como eu disse ali em cima, em uma situação normal, deixaria meu lado compreensivo aflorar, afinal, doença não é brincadeira. O problema é que a professora admitiu que é complicado levantar pela manhã em decorrência dos fortes medicamentos que ela deve ingerir à noite. Logo, se ela tem consciência disso, por que trabalhar no turno da manhã, caralho? E a aula é às 7 horas, goddamnit! Porra! Puta que pariu! Calma, Tigrão, controle-se...

Sendo assim, pensando no bem-estar de meus companheiros universitários, postarei aqui, em primeira mão, a cartilha de Como Lidar Com Sua Professora Se Ela Tiver Síndrome do Pânico. Espero que ela possa lhes ser útil e poupá-los de maiores irritações no futuro.

PASSO 1: Esqueça o calendário

Normalmente, os professores distribuem no início de cada período um calendário com as datas e conteúdo das aulas para que o aluno possa se orientar. Se a sua professora com SP lhe entregar um desses, esqueça. O motivo é óbvio: ela estará incapacitada de dar aula em diversas ocasiões e o calendário se tornará obsoleto.

PASSO 2: Não tente estabelecer um padrão

Como assim? No primeiro dia de aula, minha professora apareceu. No segundo, não. No terceiro, sim. No quarto, não. No quinto, sim. Dessa forma, muitos colegas de turma imaginaram que ela fosse permanecer com essa regularidade. Resultado: no sexto dia de aula, a mulher brotou por lá. Muitos mataram aula e se foderam. Portanto, fique puto, soque a parede, xingue a mãe de todo mundo, mas não deixe de comparecer a todas as aulas.

PASSO 3: Seja compreensivo

Você, como aluno, sabe que o professor está sempre com a razão. Ele pode tirar as calças em sala e cagar bem em cima da sua cabeça e, se você soltar um pio, certamente ouvirá um sermão daqueles. Assim, se a sua professora com SP começar a faltar muito, siga o conselho da Marta Suplicy: relaxa e goza. Veja bem, não estou defendendo o fato de que os alunos devam abaixar a cabeça quando algo os incomoda. Aliás, isso é o que mais me deixa puto da vida com a minha querida turma. Porém, é preciso saber reconhecer quando os seus protestos não adiantarão porra nenhuma. Nesse caso, acredite, não adiantarão, principalmente se sua professora tiver um conceito alto na universidade.

PASSO 4: Não seja fofoqueiro

Isso é regra geral, mas se torna ainda mais necessária quando se trata de uma situação delicada como essa. Jamais fale mal de sua professora desaparecida na frente de outros professores. Esse pessoal adora uma fofoca e você acabará levando um belo esporro.

PASSO 5: Não chegue atrasado

Sua professora com SP chegará com meia hora de atraso no mínimo. Entretanto, ela fará chamada. Esteja presente.

PASSO 6: Não freqüente aulas extras

Ver PASSO 7.

PASSO 7: Não estude para a prova

Minha turma estava desesperada com a quantidade de matéria que cairia na prova, uma vez que as aulas ministradas haviam sido muito corridas. A professora marcou aulas extras para completar o programa e incluiu todo o conteúdo dessas aulas não-obrigatórias no programa da avaliação. Mas não arranque os cabelos por isso. Lembra-se do PASSO 1? Se a prova estiver marcada no calendário, esqueça. A professora não apareceu no dia da minha prova. Consultei ex-alunos dela, que informaram que o mesmo ocorreu com eles. Assim, a conclusão é evidente.

PASSO 8: Não mande e-mails educados

Irritado com o sumiço da professora? Não sabe o que fazer? Pois, o que você não deve fazer em hipótese alguma é mandar um e-mail. Ela interpretará como deboche.

Faça bom proveito e divulgue. Nunca se sabe quando alguém irá precisar.